Páginas

domingo, 13 de novembro de 2011

LEIAM !

Hey Girls? Bom, é o seguinte, eu queria que vocês deixassem um contato, pode ser um e-mail, twitter, facebook, tumblr, formspring, seu blog, sei lá, para que assim que eu postasse, pudesse contatá-las com um email ou um aviso, informando-as sobre o post, assim não precisariam visitar o blog atrás de um post que não está pronto ainda. Ainda se você está de acordo com isso, deixe o seu coment já com o endereço do contato, pode ser em anônimo mesmo ou se não quiser espalhar o seu endereço por aí, pode me mandar um e-mail para rosanny_dias@hotmail.com ou uma DM no twitter para @rosannynha, que eu já deixo você cadastrado(a) para receber o aviso.
P.S.: Se não quiser ser identificado e me mandar por email ou DM, pode ficar completamente despreocupado porque o seu endereço (digo de email, face, twitter...) estará completamente em sigilo.

P.S.: Estou fazendo isso para melhorar a vida de vocês, ok? Se não tiverem de acordo, tudo bem :P
Anteciosamente, Rô Araújo.

Capítulo 13 - O fim do começo

      Fui para baixo de uma árvore, que ficava na parte frontal do hospital, me sentei ali com os braços abraçados aos joelhos, chorando como uma criança, me sentindo perdido, abandonado, mas lembrei a mim mesmo que eu havia dito que seria forte e estaria preparado, e agora não era hora de agir como um bebê. Estiquei as pernas, coloquei as mãos atrás da cabeça e fiquei olhando os carros passarem. Cada pessoa com a sua vida, com a sua necessidade, umas no celular, outras conversando com a pessoa do lado, alguma cantando junto com o som do carro e outras apáticas. A vida segue, e o mundo não para por você, mas sim, eu ia parar o meu pela minha Demi, estava disposto a descobrir o seu problema e curá-la, mesmo que isso demorasse a minha vida toda.


 (***) 2 meses depois (***)


     Bom, dois meses se passaram, e muitas coisas repetitivas aconteceram na minha vida e na de Demi, por isso pulei uma parte. Ela recebeu alta do hospital depois de duas semana internada, mas ainda tinha surtos de memória contra mim. Às vezes ela se lembrava e às vezes eu era só o homem bom ou o homem obscuro, e no final eu era apenas um desconhecido em sua vida. Durante todo o tempo, eu estive perto para cuidar dos curativos, menos quando ela só me reconhecia como o homem obscuro, nessa hora Selena cuidava dela.
     Tive que mudar de casa e ir morar sozinho, pois se ela sonhasse com o homem obscuro, o escândalo estaria armado e ela só se aquietaria com a presença de Selena ou de seus pais e com uma dose extra-forte de calmante. Estava tudo estranho, mas eu não ficava um dia sem visitá-la, estava sempre por perto para ajudar no que precisasse. Nas segundas e quartas ela visitava o médico neurologista que Nick havia conseguido para ela, e eu tentava acompanhá-la mesmo que num carro separado. O neurologista não havia descoberto muita coisa, mas fazia terapia nela e estudava o seu caso com afinco.
      Suas feridas e fraturas já estavam quase completamente saradas e ela já esbanjava saúde por aí. E eu, continuava pesquisando sobre sua doença em livros antigos, livros novos e na internet, mas não havia, nunca, nada que fosse exatamente igual à doença dela. Cheguei a visitar ceitas religiosas para ver se tinha algo a ver com o lado espiritual, mas também fora em vão.
     Hoje, completara exatamente dois meses desde o dia maldito do acidente, e agora eu estava acabando de calçar os meus sapatos para ir à casa da minha família. Isso soa muito estranho, mas agora era a minha realidade. Peguei as chaves do meu Chevette e dirigi pelas ruas da cidade até a minha ex-casa.
- Demi? Mitchie? - abri o portão usando minha chave e fui entrando para procurá-las - Ah, aí está você, Mih! E onde está a mamãe? - a peguei no colo e a abracei como fazia todos os dias - Demi? - chamei - Demi? - insisti entrando no quarto para procurá-la, um pouco hesitante com medo de seu humor.
     Ela estava no banheiro escovando os dentes. Ela não costumava deixar Mitchie num cômodo sozinha, a menos que ela estivesse no carrinho assistindo Barney & Friends, pois era viciada e ficava muito concentrada. Ainda era cedo, e eu passei para dizer Oi, saber se estava tudo bem e se o seu humor estava bom o suficiente para aceitar uma carona até o emprego dela. Sentei no sofá e esperei até que ela aparecesse na porta.
- Você precisa de uns brinquedos novos, Mitchie! Mais tarde o papai vai ver se passa numa loja de brinquedos... - falei tão baixo que tenho certeza que só eu ouvi - a mamãe está enrolada hoje, hein? - brinquei com os cabelos da minha pequena enquanto ela tentava arrancar os fios da minha barba por fazer - Ai, Mih!!! - resmunguei enquanto ela gargalhava.
     Depois de uns 10 minutos, a bela dama desentocou do banheiro e veio dar uma espiada em Mitchie.
- Filha? - gritou baixo saindo do quarto - UIII - gritou de susto quando me viu - O que você está fazendo aqui? Como entrou aqui? Quem é você? Larga a minha filha agora ou eu não me responsabilizo pelos meus atos - ameaçou.
      Fiquei calado, como fazia todos os dias quando vinha vê-la de manhã. Aguardei que ela ou se lembrasse de mim, ou se lembrasse do homem bom ou obscuro, ou não se lembrasse de nada e como ela não disse nada, percebi que ela não havia se lembrado de nada.
- Bom, você sabe que você tem uma filha, não é? - comecei.
- Sei - respondeu secamente.
- E você sabe que ela tem uma pai, não é? - continuei.
- Sei... - levantou uma sobrancelha.
- E você sabe que sofreu um acidente há dois meses, não é? - insisti.
- Sei - respondeu num tom um tanto irritado.
- E você sabe que nesse acidente, recebeu uma pancada na cabeça e se esqueceu de mim que sou o seu marido e pai da sua filha, e que esta última parte você não sabe mas eu estou te falando agora, certo? 
     Sua reação era sempre a mesma, ficava triste e cabisbaixa e às vezes se culpava pelo resto do dia por não se lembrar de alguém importante que fez parte da sua vida, às vezes ela ficava três dias lembrando da história que eu havia lhe contado mas ainda sem lembrar de mim, e de repente, no dia seguinte ela acordava se lembrando de mim, mas depois tudo mudava. Mas eu estava ali, independente de qualquer coisa.
- Eu sinto muito por não me lembrar de você - tentou ser gentil.
- Ah, está tudo bem, não se preocupe com isso. E aí? Quer uma carona para o seu trabalho? - ela demorou um pouco para responder, pois estava em dúvida se ia ou não pegar carona com um "estranho".
- Tá, só vamos esperar a babá chegar... - e voltou para o quarto para pegar algo que faltava, coisa de mulher.
- 1 ponto pro papai, Mih! AIII, você vai arrancar a minha barba - rimos. Ela amava fazer isso com a minha barba.
     Depois de mais uns 10 minutos a babá chegou e eu e Demi fomos trabalhar. Durante todo o caminho de carro para o nosso destino, fomos calados e ela puxou a perna rapidamente quando eu tentei colocar a minha mão nela sem segundas intenções.
- Desculpe, força do hábito.
     Antes de tudo isso acontecer, eu era o pior marido do mundo, e agora eu sabia porque Demi havia dito que talvez Deus tenha querido nos ensinar alguma coisa com isso tudo. Antes, eu nunca levava ela de carro pro trabalho, só chegava tarde e raramente ajudava ela com a nossa filha. Isso era horrível e eu me culpo todos os dias por isso, mas um dia, quando ela se recuperasse, se ela se recuperasse, e eu tinha muita esperança de que isso aconteceria,  eu pediria desculpas de joelhos para ela. 
- Chegamos, espero que tenha gostado da minha companhia... quer que eu passe para te levar de volta para casa? - perguntei com um sorriso malandro.
- Ah, claro que eu gostei - respondeu um pouco desnorteada - acho que nã...não precisa me levar de volta não... eu vou de ônibus mesmo.
- É melhor não, você vai precisar atravessar a rua para pegar ônibus, e eu acho isso perigoso, então fica combinado que eu passo aqui ao meio dia para buscar você, pode ser? - insisti.
- Se você insiste, tudo bem - respondeu timidamente saindo do carro - tchau, obrigada e até mais tarde - e caminhou para dentro da copiadora.
     Eu ainda me lembro desse dia como se fosse hoje, porque foi o último dia que ela quis ouvir a minha história sobre eu ser seu marido e aceitou a minha carona. De lá para cá, me tornei um completo estranho e desde então, só o Homem Obscuro. E só podia ver Mitchie aos fins de semana, quando pedia Selena para levá-la para sua casa para que de lá eu a buscasse e a levasse para a minha.
     Eu só via Demi andando na rua ou, de vez em quando, quando eu passava perto de sua casa para vê-la nem que fosse de longe e se ela me visse não tardava para começar o escândalo. Eram raras as noites em que eu me deitava sem chorar feito um bebê, chorar de saudades, de amor e de desgosto de mim mesmo por não ser capaz de ajudá-la.




TO BE CONTINUED


Meninas, me desculpem, eu ando sem inspiração pra postar algo decente para vocês, mas quero que saibam que cada capítulo eu faço com o coração e na melhor da intenções. Na maioria das vezes, eu não tenho parado os capítulos numa parte de suspense, como a maioria das outras escritoras de fics fazem, e eu sei que isso faz com que a gente perca o estímulo de ler a história, porque ela começa a ficar sem graça, sem acontecimentos. Mas, continuem lendo, porque coisas bombásticas estão para acontecer, não tenho certeza se já vai ser no próximo capítulo ou se vai ser só daqui há dois capítulos, então fiquem atentas. 


Resposta aos coments *-*


P.S.: Eu sei que eu tenho pouquíssimos coments, mas são esses que me motivam a continuar fazendo a fic, gostaria que se tivesse mais alguém que lê, que comentasse pelo menos alguma coisinha boba, só pra me deixar mais feliz (: OBRIGADA GIRLS
Káá Cyrus: Que bom que você gostou *-* Fico muito feliz, de verdade, postei :DD Love U, Rô.


Tati Jonas: Aaaaah, você é uma simples mortal que escreve muito bem, isso sim! Prova disso é que os nossos blogs foram criados quase no mesmo dia e você tem muiiiiiiito mais leitoras do que eu, mas isso não vem ao caso, siauhsiauh, sua história é ótima e ponto final. Ah, que bom que você vai continuar lendo, então tá, continue lendo, kkkkkk', beijos, até mais :X

sábado, 12 de novembro de 2011

Capítulo 12 - Lágrimas

Ela me encarou séria, olhou para Mitchie e de volta para mim, não abriu sequer um sorriso, e depois olhou para a parede oposta a que eu estava e ficou por um longo minuto a encarando.
- Eu não... - começou devagar - eu não deveria falar com você, pois me enganou! E você, como meu esposo, mesmo eu não o reconhecendo, deveria saber que eu NÃO tolero mentiras, Joe - desabafou, dando uma pausa para respirar e cerrando os olhos - Mas sabe de uma coisa? - olhou para mim -  em todo caso, você é o homem bom dos meus sonhos, não é? - levantou levemente o canto direito da boca em um quase sorriso - eu devo perdoar você, por mim, pelo meu sonho e pela nossa Mitchie -e sorriu aconchegante.
     Tive vontade de correr e pular em cima dela (não num mal sentido) e dar um enorme abraço de urso, além de encher seu rosto meigo e doce com um monte de beijinhos até que ela me mandasse parar, mas isso ia fazer ela quebrar o que havia de inteiro em seu corpo, então contentei-me em apenas me aproximar, dar um beijo leve de agradecimento em seu rosto e deixar que ela tocasse um pouco em Mitchie, afinal não teria forças para segurá-la.
- Mâmá - Mitchie resmungou esticando os bracinhos para ir no colo da mãe - Mâmá!
- Está tudo bem, Mitchie - tentei acalmá-la com um abraço. De fato eu não sabia o que passava na cabeça de dela, mas devia estar confusa em ver a mãe numa situação tão debilitada como aquela - acho melhor eu levá-la para ficar de novo com a Selena, volto logo para ficar aqui com você, se não se importar...
- Espere! - Demi suplicou - deixa eu pelo menos dar um beijinho nela?
- Claro, só não pode segurá-la! - e abaixei o rosto de Mitchie na altura de Demi para que ela pudesse beijá-la.
- A mamãe ama muito você, filha - Demi sussurrou para a pequenina enquanto deixava uma lágrima escapar no seu rosto.
- Ei? Não chore, meu amor! - a acalmei levantando Mitchie - a Selena e o Nick estão cuidando muito bem dela, enquanto eu cuido de você. Vai ficar tudo bem, confie em mim... logo tudo isso vai acabar, tá? - limpei sua lágrima teimosa com meu dedo indicador - eu amo você.
     Ela não disse mais nada, apenas me olhou sumir na porta e depois no corredor. Eu tentava esconder, mas eu estava mais feliz do que poderia aguentar, ela havia me perdoado, fim. A minha dúvida era de como ela acordaria no dia seguinte. Mas eu estava preparado, preparado para isso, e para muitas outras coisas, e estaria ali por ela o tempo que fosse necessário. Cheguei à recepção com um sorriso de orelha a orelha e Mitchie um pouco zangada querendo chorar para voltar a ver a mãe.
- Vejo que correu tudo bem por lá, não é mesmo, Joe? - Selena perguntou se levantando para pegar Mitchie das minhas mãos.
- Ah, Selena, você não vai acreditar! - e parei a frase para fazer suspense.
- Fala logo, Joe, seu tonto! - Nick resmungou.
- Ela disse que me perdoa, porque afinal, eu sou o Moço Bom, e ela me perdoa, pelo sonho que ela teve, pela Mitchie e por ela! Eu estou muito feliz, mas tenho medo de como ela vai estar amanhã ou daqui há 5 minutos.
- Ah cara, relaxa, curte o momento, vai lá ficar com ela, esquece o que vai acontecer daqui 1 minuto ou sei lá... logo, esse médico babaca vai dar um jeito de achar um especialista pra cuidar dela, agora eu, Mih e Selena precisamos ir pra casa. Você precisa que tragamos alguma coisa da sua casa para você? - Nick disse solidário.
- Traga algumas roupas minhas, escova de dentes e depois eu vou perguntar pra Demi o que ela precisa e te ligo pra falar, e Selena, ela quer um certo pão-de-queijo que supostamente, comeu na sua casa, você vai ter que se virar pra arrumar isso... - encerrei, dando um beijo de despedida em Mitchie e em Selena (no rosto) e um breve abraço em Nick.
- Tá, eu vou dar um jeito de trazer esses pães-de-queijo depois, boa sorte aí, e qualquer coisa eu te ligo... - Selena disse.
- Tá bom, tchau! - e os vi caminharem em direção a porta deslizante da frente do hospital, e quando sumiram, corri de volta para a minha "poltrona VIP" no quarto da minha amada.
     Não conversamos sobre nada por uma longa parte do dia, ficamos apenas em silêncio apreciando as nossas companhias, sem nos olhar o tempo inteiro, mas às vezes nos encarando e sorrindo um pouco. Eu sentia que ela estava completamente entediada por ter de estar naquela cama quente e monótona, mas pelo menos não estava mais tão incomodada com a minha presença.
- Ah Demi, o Nick e a Selena querem saber se você está precisando de alguma coisa em especial para que eles tragam a você na próxima visita... - disse quebrando o silêncio.
- Nossa! Falando neles, acabei de me lembrar que nem os vi direito, mas enfim, eu queria que trouxessem pente, escova de dentes, minha maquiagem, só em caso de prevenção para não assustar as pessoas que vêm me visitar, não é? - ela disse gargalhando.
- Claro, claro - rimos - mais tarde eu vou ligar avisando sobre isso - pausa - mas e então? Como você está sentindo? Quase não descansou hoje, não está com sono?
- Bom, eu estou dor, muita dor, mas o suficiente para suportar e não conseguir dormir, e também eu quero ficar um pouco com você para ver se tenho alguma lembrança sua... - reclamou.
- E você conseguiu alguma coisa? - perguntei.
- Nada - disse sincera sem querer me magoar - só o sonho do "Moço Bom"... - virou o rosto para o outro lado.
- Está tudo bem, logo tudo vai ficar bem, tenha fé, você sempre teve, e não pode perdê-la agora.
- Eu não vou perdê-la, Joe - AH, ELA DISSE MEU NOME PELA PRIMEIRA VEZ DEPOIS DO ACIDENTE, VIBREI INTERNAMENTE - Sei que Deus está por aqui em algum lugar, e ele quer nos ensinar alguma coisa com isso.
- Sim. Você está com fome? Já faz bastante tempo desde a última vez que comeu, quer que eu pegue alguma coisa?
- Quero, por favor.
- Então eu já volto... - me levantei da poltrona calmamente e fui procurar o médico para perguntar o que eu poderia comprar para ela comer, ele disse que poderia ser qualquer coisa não muito salgada, não muito doce e não muito gordurosa, então optei por uma caldinho leve de frango, desses bem cheirosos e apetitosos. Depois de mais ou menos meia-hora, eu voltei para o hospital e entrei no quarto como tinha feito mais cedo, sem hesitar. Quando me sentei na poltrona e Demi percebeu minha presença, estendi o caldo para que ela visse o que eu havia comprado, mas era tarde demais, eu havia me tornado novamente o homem obscuro de seus sonhos.
- SAI DAQUI, SAI DAQUI, SAI DAQUI, EU NÃO GOSTO DE VOCÊ, VOCÊ ME DÁ MEDO, SAI DAQUI, ONDE ESTÁ A SELENA? TRAZ A SELENA PRA MIM, EU NÃO QUERO VER VOCÊ, VOCÊ É UM HOMEM MAL, UM HOMEM OBSCURO... - e ela continuou gritando, enquanto toda a felicidade que eu havia construído durante o dia, se esvaía lentamente pelos meus poros, coloquei o caldo da mesinha de cabeceira e esbarrei na enfermeira enquanto corria para fora do quarto.
- Desculpe, eu não sei o que há com ela - uma lágrima quente escorreu no meu rosto - mas eu trouxe aquele caldo e gostaria que ela comesse - tentei ser forte - o dia inteiro ela não comeu nada! - e corri rápido para longe dali.
      Fui para baixo de uma árvore, que ficava na parte frontal do hospital, me sentei ali com os braços abraçados aos joelhos, chorando como uma criança, me sentindo perdido, abandonado, mas lembrei a mim mesmo que eu havia dito que seria forte e estaria preparado, e agora não era hora de agir como um bebê. Estiquei as pernas, coloquei as mãos atrás da cabeça e fiquei olhando os carros passarem. Cada pessoa com a sua vida, com a sua necessidade, umas no celular, outras conversando com a pessoa do lado, alguma cantando junto com o som do carro e outras apáticas. A vida segue, e o mundo não para por você, mas sim, eu ia parar o meu pela minha Demi, estava disposto a descobrir o seu problema e curá-la, mesmo que isso demorasse a minha vida toda.


TO BE CONTINUED...
Gente linda, eu to achando que vou conseguir postar quatro dias seguidos, então fiquem bem atentas, ok? É que vai ser feriado prolongado, né? Daí tenho tempo de sobra... :P




Resposta aos coments *-*:
Káá Cyrus : Que bom bom que você achou lindo *-* siauhisua, você acha que é a perfeição? Eu fico orgulhosa ;X Mas ainda falta muito para chegar aonde eu chamo de perfeição! Tenho 18 anos, kkkk, mas morar sozinha é tenso, não queira essa experiência, haahaha, postei, baby! Espero que goste :DD Muitooooo obrigada pelo selo, de verdade xDD, love you. Continue lendo, okay?
Tati Jonas : Sério que você viciou na minha fic? *-* OMGOMG fico muito feliz mesmo, porque a sua fic é incrível e por algum motivo eu me sinto honrada pela escritora dela estar achando o que eu faço interessante, obrigada de verdade :PP E obrigada pelos selos, baby. Beijos, Postado! HA! Continue lendo, okay?